MEIO AMBIENTE

Agroecologia? Nova tendência na economia do país
Muito além de apenas plantação de alimentícios, uma questão social e ambiental




Crédito: Google/Ilustração/imagem redimensionada

Desde a colonização a agricultura é uma das principais bases da economia do país, nos campos dos senhores feudais evoluiu de amplas monoculturas para a diversificação da produção. Iniciando pela produção de cana-de-açúcar, logo para o café e chegando até a grandiosa produtividade de soja hoje existente.
Durante o passar dos anos a monocultura foi vinculada a diversos impactos ambientais, como empobrecimento do solo, a grande retirada da cobertura vegetal e o desequilíbrio ecológico. "Isso implica a necessidade de usar uma quantidade cada vez maior e mais perigosa de agrotóxicos e fertilizantes químicos, os quais, além de poderem impactar a saúde humana, podem também poluir as águas e o solo, causando perda de biodiversidade e dos seus serviços ecossistêmicos" (Sambuichi et al., 2012).

Agroecologia

Configurando-se na contra mão da agricultura convencional, a agroecologia é associada com a preservação dos recursos naturais e ecossistemas em geral, bem como promover o manejo sustentável. Podemos referir a um movimento social, com redes científicas e técnicas, com práticas de desenvolvimento rural como bases essenciais e oferecer qualidade de vida a população com práticas e alternativas agroecológicas, ou seja, pelas diversas funções agrícolas que vão além da produção de alimentos – tais como social, política, cultural, ambiental e econômica, dentre outras.

Nos dias atuais, ainda é grande a hegemonia econômica, política e ideológica das políticas convencinais, mas a agroecologia já ganhou seu espaço e continua numa ascensão grande das novas práticas alternativas de plantios. A partir da década de 2000, iniciou se uma participação intensa das organizações do campo agroecológico na elaboração e na execução de programas e políticas públicas.
Um marco importante na regulamentação da agricultura orgânica no Brasil foi a publicação da Lei 10.831/2003, que definiu e estabeleceu condições obrigatórias para a produção e a comercialização de produtos da agricultura orgânica, com a participação de empresários do setor e membros de organizações públicas. 

Importância da Agroecologia 

Esse tipo de plantio tem um papel fundamental na agricultura, qualidade de vida, qualidade do alimento, sustentabilidade, valorização do trabalhador do campo e preservação ambiental, outrora é uma importante renda econômica para agricultores familiares.
Outro grande benefício da Agroecologia  é a não utlização de agrotóxicos, preservando o solos, insumos e produtos que matam os organismos vivos do solo e ainda contaminam os recursos hídricos, nessa técnica aprende com a própria natureza seus segredos de como realizar plantio mesmo em condições menos favoráveis. Uma filosofia de respeito não apenas com o meio ambiente, mas também entre os seres humanos, quem pratica sistemas agroecológicos tem como premissa pensar na coletividade e não apenas no individual; prioriza a atividade familiar e não a agricultura ostensiva.




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